Págiana Inicial

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História do Ministério Betesda

Este Ministério que teve seu nascimento em 1º de Janeiro de 2012 na cidade de Trindade-GO, como um sonho antigo de fazer um ministério diferenciado com base no SOCIAL, isto porque JESUS também tinha a visão social, isto ele provou quando tinha GRANDE COMPAIXÃO e em outros casos fazendo milagres envolvendo o material nas vidas das pessoas, como por exemplo: o multiplicar dos pães, já no Antigo Testamento o Profeta Elizeu também usou este método com aquela viúva. Temos a visão de iniciar a casa Feminina neste ano, por isso estamos fazendo tudo que pudermos para salvar mais vidas e desta feita MULHERES. Nós não temos em mente outro objetivo como este, de fazer conhecido o Reino de Deus entre nós.

Deus já nos deu um lugar para adorar Seu Nome, e, pessoas estão vindas somar conosco nesta nova etapa. Registramos aqui que na nossa primeira reunião foram empossados o André como ministro de louvor e a irmã Evani foi consagrada como pastora vice presidente desta Comunidade.

Oramos praticamente 4 (quatro) anos para que o Senhor estivesse na frente nos dando toda orientação, para que fosse um tralho que além de salvar, viesse alimentar. Querermos convidar vidas que queira vir somar conosco neste Ministério que tem UMA visão SOCIAL.

Estamos reunidos em um salão provisório pois acreditamos que em pouco tempo não caberá as vidas que o SENHOR irá trazer para adorá-lo conosco.

O Ministério Betesda é uma extensão do Centro de Recuperação Betesda que patrocinou quase tudo, para a realização deste glorioso trabalho. Agradecemos cada aluno e obreiros internos que tem acreditado em nossa visão e vestido nossa camisa, que Deus os abençoe.

Pr. José Tavares Sobrinho – Presidente

Pra. Evani Carvalho de Assis Tavares – Vice-Presidente

 

                               

 Nova droga russa, Krokodil tem efeitos devastadores nos usuários.

                                          

Uma droga barata, que está sendo consumida por um número cada vez maior de pessoas e tem efeitos colaterais bizarros. Essa é a krokodil (que em russo significa crocodilo), uma alternativa ao uso da heroína que está fazendo vítimas por toda a Rússia.

O nome vem de uma das consequências mais comuns ao uso, a pele da pessoa passa a ter um tom esverdeado e cheia de escamas, como a de um crocodilo. Ela é a desomorfina, um opióide 8 a 10 vezes mais potente que a morfina. O problema maior nesta droga russa é a maneira como o produto é feito

krokodil_perna_gangrenada7O krokodil é feito a partir da codeína, um analgésico opióide que pode ser comprado em qualquer farmácia russa sem receita médica, assim como acontece com analgésicos mais fracos no Brasil. A pessoa sintetiza a droga em uma cozinha usando produtos como gasolina, solvente, ácido hidroclorídrico, iodo e fósforo vermelho, que é obtido de caixas de fósforo comuns, além dos comprimidos de codeína.

Logicamente nenhum destes ingredientes é ideal e o produto final não é nem um pouco puro, mas o resultado para o usuário é satisfatório. A consequência de se colocar tantos produtos químicos na veia é a irritação da pele, que com pouco tempo passa a ter uma aparência escamosa. A área onde o krokodil é injetado começa a gangrenar, depois a pele começa a cair até expor os músculos e ossos.

fonte: Dica do leitor André

                                                                                                                                                        

 

oxi pior que o crack 

       O que é o OXI?

Oxi é considerado pior que o crack, pois alem de ser mais barato, causa vício muito rápido aos usuários, já está nas ruas em alguns estados do Brasil

Não bastasse o efeito devastador do uso do crack, que tem se espalhado por todas as regiões do Brasil, o uso dessa  nova droga está se disseminando principalmente nos estados da região norte . Possivelmente uma das mais potentes e perigosas drogas conhecidas, o oxi ou oxidado, como é conhecido pelos seus usuários, é uma variante do crack. A diferença é que, na elaboração, ao invés de se acrescentar bicarbonato e amoníaco ao cloridrato de cocaína, como é o caso do crack, adiciona-se querosene e cal virgem para obter o oxi.

 



“Fissura”

Essa falta de opção não poderia ser mais fatal. Altamente aditiva, a pedra é consumida em latinhas com furos, como o crack, o que torna a fumaça mais pura e o efeito ainda mais forte. Mas há casos, também, de consumo de oxi, triturado, em cigarros, misturado à maconha ou ao tabaco, e em pó, aspirado. Seja da maneira que for, o consumo é sempre acompanhado de bebida –cachaça, cerveja, ou coisa pior. “Muitos usam junto com álcool, não o álcool de beber, mas o álcool de tampinha azul, como eles chamam, que eles misturam com suco de groselha”. O “álcool da tampinha azul” nada mais é que álcool etílico, desinfetante usado na limpeza de casas.

 

Espectros

Extremamente nocivo ao organismo, o uso do oxi perturba o sistema nervoso central e leva à “paranóia”, ao medo constante. Mas vai além disso: “Eles ficam nervosos, há emagrecimento rápido, ficam com cor amarelada, têm problemas de fígado, dores estomacais, dores de cabeça, náuseas, vômitos, diarréia constante”, Outro motivo que leva ao adoecimento e até à morte é a própria “paranóia”, que os faz evitar procurar ajuda.

 

Usuários “marcados”

Mas o que deveria gerar preocupação e mais cuidado do poder público acaba gerando, pelo contrário, asco e repulsa. Segundo relatam os profissionais que estudaram os efeitos da droga, o preconceito ainda é muito grande. Muitos agentes de saúde nem mesmo se aproximam dos usuários.